os olhos tinham um amarelado de gato de casa de tia
um sorriso, um sorriso bem besta e aberto, e aberto
sempre com as mesmas camisas chegava e sumia
eu me perdia contando as suas listras e seus livros
eu tropeçando nas palavras
porque imaginei um chão mais macio,
macio como as suas ironias,
macio
porque eu já sabia que ia cair
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